
Introdução
A música desde sempre esteve relacionada à matemática pura. Ela faz uso de linguagens simbólicas e de diagramas que são representados em dois eixos cartesianos, as abscissas, que representam o tempo e as ordenadas, que representam a altura tonal.
A música desde sempre esteve relacionada à matemática pura. Ela faz uso de linguagens simbólicas e de diagramas que são representados em dois eixos cartesianos, as abscissas, que representam o tempo e as ordenadas, que representam a altura tonal.
Os músicos usavam esses diagramas muito antes de saberem introduzi-los na matemática. Utilizavam também simetria, proporção, periodicidade e discriminação, continuidade e sucessão mesmo sem saber o que eram tais elementos e sua relação com a matemática. Estão presentes na música também intervalo, ritmo e tempo que podem ser transformados em números.
Após a descoberta de Pitágoras iniciou-se o estudo de aritmética e assim os primeiros instrumentos começaram a surgir. Este também descobriu que o som dos instrumentos mudavam de acordo com a espessura das cordas ou a localização dos furos na flauta.
Com o Renascimento a teoria musical tornou-se uma área independente, mas as ligações foram mantidas. A matemática mostrou-se indispensável para a evolução da música em vários aspectos. E a matemática passou a se tornar definitivamente parte da música.
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